sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Vida de marfim

Vida de Marfim


Revim ao lugar onde nasci

Para renascer é preciso ter o fim

E vital buir o marfim


O que restou de mim?

Desgastados sonhos enfim

Nós de esperança

De uma vida de marfim


É fácil reluzir

Sendo eu um Serafim

Na tênue linha do existir

Na frieza do marfim 


Ofereço ao âmago 

Uma triste fim

Sustentado mal em mim  

Tropegas peças de marfim


Um pouco de esperança 

Eis que brota em mim

Num sorriso de criança 

De pele cor marfim


Com limitado tempo 

Mato em mim

O pouco do alento

Da minha vida de marfim